Poema do arrependimento

,

Todo carma prejudicial
Alguma vez cometido
por mim
Desde tempos
imemoriáveis
Devido a minha
Ganância, raiva e ignorância
Sem limites
Nascido de meu corpo, boca e mente
Agora, de tudo, eu me arrependo


Desde a época de Xaquiamuni Buda (≅ 600 A.C.) esse poema tem sido entoado de quinze em quinze dias, em cerimônias budistas, nas luas cheias e luas novas de cada mês.
Disponível no site oficial da Monja Coen.